"Quando há um negócio de sucesso, alguém tomou uma decisão corajosa". Peter Drucker

sábado, 5 de junho de 2010

TORCENDO POR VOCÊ!


Uma analogia interessante sobre futebol e liderança

O futebol é esporte mais popular do mundo e, principalmente no Brasil, nós quase que nascemos respirando futebol. Desde cedo, somos conduzidos pela onda desta paixão nacional.

Torcer por um time e ser identificado como fiel torcedor é como se fizesse parte da nossa identidade, do nosso DNA. Aliás, não vai demorar muito para alguém perguntar para você, em alguma entrevista de emprego, qual o time que você torce. Quem é que já não teve a experiência de participar de longos bate-papos em rodas de amigos ou parentes sobre futebol, sobre o time do coração, sobre o tio que torce pelo time que só perde? (mais…)

autor: *Edson De Paula é consultor, palestrante motivacional e facilitador comportamental, sendo especialista nas áreas de comunicação e comportamento. Idealizador da palestra motivacional sobre futebol e liderança “Torcendo por você!”.
TORCENDO POR VOCÊ!!!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Há pequenos príncipes na sua empresa?

- “Cativar é criar laços. Se tu me cativas, teremos necessidade um do outro".
"Haverá melhor maneira de se obter o espírito de equipe, a lealdade, a parceria e o comprometimento? Bastará ao gestor cativar seus colaboradores. Simples assim.”

As empresas hoje não pensam em seus funcionários como seres humanos, apenas enxergam números, cobram números, resultados e esquece-se de oferecer um ambiente onde possam desenvolver seus talentos com dignidade. Não há como separar o ser humano do ambiente, se um vai mal, o outro com certeza irá.

É possível oferecer aos colaboradores condições que os ajudem ser pessoas melhores e mais felizes. Assim, um profissional que é reconhecido pela empresa, acaba vestindo e suando a camisa quando cativado por ela.




 
Escrito por Floriano Serra, uma lição simples, cativante, do memorável Pequeno Príncipe. Uma analogia à realidade das organizações que deixam de investir nos colaboradores.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sucesso é genético?

As escolhas profissionais de homens e mulheres podem ser determinadas pela genética, segundo o livro O Paradoxo Sexual, de Susan Pinker.

A psicóloga canadense Susan Pinker, autora do recém-lançado O Paradoxo Sexual (Editora BestSeller), coloca pimenta na tradicional discussão da guerra dos sexos. Para ela, a disparidade entre os gêneros pode ser explicada a partir de fatores biológicos: por ter hormônios e genes diferentes, homens e mulheres fazem escolhas diferentes na carreira. De acordo com o livro, se elas não chegam ao topo não é apenas por preconceito ou falta de oportunidades oferecidas pela empresa.

O organismo, afirma Susan, também influi no destino profissional. "A genética pode orientar as decisões de carreira de qualquer pessoa", diz. “Um jogador de basquete pode ter decidido entrar nessa profissão por causa de sua estrutura corporal. Minha proposta é usar a biologia como ponto de partida para analisar também as diferenças de gênero”, escreve Susan.


ELES QUEREM STATUS E ELAS, AUTONOMIA
Ter a necessidade de ser feliz em diferentes aspectos da vida é, segundo Susan Pinker, outra característica biologicamente feminina. As mulheres, diz ela, são adeptas da diversidade de objetivos, enquanto os homens são mais focados em metas determinadas. O que motiva os rapazes são status, altos salários e oportunidade de crescimento rápido.

Já as moças priorizam: flexibilidade, autonomia, trabalhar com pessoas inspiradoras e ter um trabalho no qual possa fazer a diferença — esses objetivos impulsionam 85% das universitárias, de acordo com pesquisa citada no livro O Paradoxo Sexual.

“Não é à toa que as mulheres só se sentem realizadas quando tudo está alinhado”, explica Ana Elisa Fontes Villas, psicóloga da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Polêmicas à parte, homens e mulheres agem de maneiras distintas.

O que Susan propõe é que cada gênero tenha liberdade para fazer escolhas diferentes. “As mulheres precisam parar de agir como homens só para não se sentirem discriminadas”, diz a autora.

 
Leia mais em:  http://vocesa.abril.com.br/
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